O ano de 2017 entrou para história como o ano dos italianos, em especial para a Inter de Milão. Ninguém mais otimista poderia projetar as duas conquistas, inéditas na comunidade, ganhando uma dúplice coroa, das duas entidades Febrafuvi e Fivs, Liga e Copa.
A expectativa era moderada, mas após saber que o time como campeão da Liga faria a abertura da copa, pesou uma responsabilidade, de quem carrega o título de campeão do primeiro semestre. O resultado contra o United não foi o esperado pela elasticidade do placar, uma goleada por 4x1 que mostrou o como a Inter estava preparada para a copa e expôs a fragilidade de um dos apontados como favorito. Na sequência chegou a vez de outra pedreira, o City, um jogo muito intenso, e os ingleses se salvaram graças a trave duas vezes e Buffon que cara a cara com Neymar garantiu o 0x0. O tropeço contra o Dortmund por 4x1 com três gols muito semelhantes, com escapadas do Aubemyang, fez toda comissão técnica da Inter se reunir e organizar alguns detalhes na defesa. Daí em diante ninguém mais iria parar a Inter. Contra a retranca dos franceses do PSG, um resultado necessário, vitória por 2x1, num jogo sem susto e controlado pela Inter. No confronto contra o Barcelona, uma vitória até fácil que surpreendeu os italianos, que passou por cima, vencendo por 4x1. Para finalizar a primeira fase, a Inter administrou resultado de 0x0 com os compatriotas da Juventus. A concentração era enorme para a disputa das semifinais. Ao saber que seria contra o Barcelona, os italianos também sabiam que não teriam a mesma facilidade do primeiro encontro. Tivemos um jogo altamente disputado. A Inter abriu o placar com William, mas viu os catalães virarem a partida com Aguero e Messi. O empate veio sofrido de novo com William e na parte final do jogo, a virada com Neymar, carimbando uma vaga na final, e comemorando muito, por superado um grande adversário. A final foi contra quem já se era esperado. O mais temido do momento, os alemães. Nos fizemos respeitar, afinal, fomos para a final carregando conosco o título da Liga, e se fosse para sair derrotado, essa derrota nao sairia barata. E fomos para o duelo. A Inter não se encontrou na primeira etapa. Logo no início do segundo tempo ao sofrer o gol de Owen, uma ducha de água fria atingia os italianos. O técnico M. Pereira admitiu que demorou para fazer as trocas. Os alemães dificultaram muito e não deixavam a Inter jogar. Um meio campo congestionado, e quando não se há espaços, o único jeito é na individualidade. É assim foi, numa jogada de Neymar, acabou com Pique cortando um cruzamento de forma errada, e fazendo gol contra. Na parte final do segundo tempo, o técnico M. Pereira já estava pensando na prorrogação, quando Vardy de fora da área aos 48min do segundo tempo, marca um golaço, um gol aos 48 minutos do segundo tempo, após estar perdendo a partida na maioria do tempo, e um gol no último minuto, digno de uma grande final, com sofrimento e felicidade, tudo ao mesmo tempo. Um ano inesquecível, 2017 vai ficar na história como o ano da Inter, o ano dos italianos.
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