domingo, 22 de abril de 2018

A Solidariedade deve primar sobre o egoísmo

                       
                      O egoísmo e o solipsismo tem contaminado os integrantes da comunidade do futebol virtual desde o fim da Copa Fivs 2017. A começar pela desunião das federações Fivs e Febrafuvi. O estopim para o desmembramento começou por intensos debates desgastantes no grupo de whatsapp, até a rejeição em cumprir decisões democráticas, figurando uma espécie de despotas dentro da entidade, todos com argumentos frágeis, intrínsico em seu próprio egoísmo. A palavra solidariedade já não existe mais dentro da Fivs-Febrafuvi, se é que algum dia existiu. O que era para ser uma espécie de entretenimento, passou a ser motivo de dor de cabeça, discussões, posturas agressivas, ofensivas, e como diria o ministro do STF Roberto Barroso, "{...}com pitadas de psicopatias". 
                      Muito se debateu nos últimos dias, e nesta postagem não vamos abordar detalhes sobre quem tem razão, ou sobre quem estava certo ou errado. Pois para o autor desta postagem, todos sairam errados, e quem perde é a comunidade. Também é difícil explicar, como adultos não conseguem equacionar problemas oriundos de um simples jogo de video-game. Esta experiêcnia me faz apostar que se fossem crianças de 8 ou 9 anos, numa situação semelhante, talvez o problema seria facilmente equacionado, sem tamanho egocentrismo que temos visto nos últimos meses.
                     Devida importancia demasiada para uma simples comunidade de jogo virtual pode ser uma das respostas para o acirramento de rivalidade, que de forma negativa, acaba por dificultar uma flexibilização nas áreas de negociação, cessão, e votação. As votações e tomadas de decisões não são feitas com o pensamento de apoiar a comunidade, mas sim, são feitas em interesse próprio, são considerados aspectos que possam beneficiar um rival, ou a si próprio, mas jamais são consideradas as decisões em prol da garantia de uma comunidade com mais integrantes, com harmonia e confraternização. Se uma decisão pode colaborar com a comunidade, mesmo que beneficie um membro, esta proposta sofrerá terriveis resistências, pois jamais um rival poderá ganhar um "benefício".
                     A Febrafuvi nos últimos meses tornou-se a comunidade dos que tem "Direitos", e tão pouco possuem "Deveres". Deveres estes que não são regras, mas que de costume são esperados por quem ainda prima por um comportamento saudável, solidário e amistoso. Quando falamos em "Direitos", nos refirimos ao direito de "devastar" elencos congelados. Quando falamos em "Deveres", nos refirimos ao dever de admitir por qual via se obteve algum jogador, por descobrimento através do mercado livre? por uma negociação envolvendo valores? ou por uma "devastação" que reforçou elenco "sem custos"?
                     Quem nunca ouviu a frase: - "Muitas vezes é preciso dar um passo para trás, para logo depois dar dois passos para frente". O autor dessa frase é desconhecido, mas é exatamente isto que falta para a Febrafuvi; a solidariedade, a entrega para o bom funcionamento da comunidade, a  caridade, e a transparência. A comunidade serve para o entretenimento, para que façamos novas amizades, e contudo para que questões pessoais possam ser resolvidas fora do âmbito da comunidade.
                      Concluimos que tais experiências nos reforçam para o futuro. Que possamos aprimorar nossa organização a fim de evitar polêmicas, discussões e dissabores. Uma nova gestão esta por vir, que promete ser radical nas questões do cumprimento das regras, uma vez no momento de reestruturação, onde vários acontecimentos são observados, como saída de integrante, entrada de integrante, insegurança sobre propriedade de jogadores são tidas como normais em situações como esta, de instabilidade. O novo presidente da Febrafuvi Marcelo Pereira que assumirá após pedido de afastamento do cargo pelo presidente Marcio Cruz, promete que a época da incerteza acabou, e que fará uma nova Constituinte Estatutaria que englobará diversas previsões e aspectos discutidos ao longo dos últimos anos, e espera o fim dos debates, e apenas a concentração nos jogos, visando aquela confraternização que houve em 2017, com Liga, Copa, encontros espetaculares, com jogos históricos e emblemáticos, e que o egoísmo, a falta de cessão, e o pensamente próprio, possam ficar no passado.

Um abraço a todos da Febrafuvi, e ex-febrafuveiros.
Viva a Febrafuvi,

Marcelo Pereira
Presidente Adjunto Febrafuvi

                   

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